Aproveitem o embalo de copiar e colar e façam o mesmo aqui:
http://www.colorofchange.org/jena/
Como esse foi menos (quase nada) difundido, é preciso procurar informações pela internet. Não assinem nada sem ler, muito menos depois de dar Ctrl+V.
Ou não façam nada, porque racismo não existe, ou porque umas assinaturas não mudam nada, ou por qualquer outro motivo.
Valeu, Hugo!
Friday, September 28, 2007
Ninguém
Mataram Monges em Myanmar
Quem, Myanmar?
Quer tentar fazer alguma coisa, sem precisar sair de casa?
http://web.amnesty.org/pages/mmr-270907-action-eng~
Copie, escreva seu nomezinho embaixo e mande. Ou não, pq vc é só mais um.
Quem, Myanmar?
Quer tentar fazer alguma coisa, sem precisar sair de casa?
http://web.amnesty.org/pages/mmr-270907-action-eng~
Copie, escreva seu nomezinho embaixo e mande. Ou não, pq vc é só mais um.
Wednesday, September 26, 2007
The animal was gone
Pulou, e pularia de novo, não estivesse embaixo;
Até perceber que não há chão que o segure
Quando a vontade for de descer
Mas um dia ele voa
E eu só espero ainda estar aqui
Até perceber que não há chão que o segure
Quando a vontade for de descer
Mas um dia ele voa
E eu só espero ainda estar aqui
Pesquisa
O que você faz com pesquisas?
1 - Sempre respondo
2 - Respondo às vezes
3 - Nem noto
4 - nunca respondo
1 - Sempre respondo
2 - Respondo às vezes
3 - Nem noto
4 - nunca respondo
Wednesday, September 19, 2007
A scanner darkly
Esse negócio de perder tempo pensando no que se é não dá muito certo. Pra mim é mais fácil pensar no que me falta. Dá pra tirar um caminhão de conclusões também.
Desire.
"If I knew it was harmless, I would have killed it myself"
Desire.
"If I knew it was harmless, I would have killed it myself"
Monday, September 10, 2007
À velhinha do balcão da padaria
Entre numa aula de guitarra
Você não morreu ainda
Pode ser que nem morra...
Ligue pras amigas e vá dançar forró
Conte a sua vida pros netinhos
Apaixone-se de novo
Desapaixone-se, reconheça o erro
E apaixone-se de novo
A não ser que a vida atrás do balcão
Seja boa
Você não morreu ainda
Pode ser que nem morra...
Ligue pras amigas e vá dançar forró
Conte a sua vida pros netinhos
Apaixone-se de novo
Desapaixone-se, reconheça o erro
E apaixone-se de novo
A não ser que a vida atrás do balcão
Seja boa
"Como as distâncias mudam as palavras"
Saturday, September 01, 2007
Seasons come along...
Às vezes parece que a vida escolhe momentos pra mudar. Se dependesse do nosso estado de espirito ou disposição, eu tava calado, mas áreas diferentes das nossas vidas conspiram. Às vezes. Deus? a lua? a coincidência ridícula que é o nosso cotidiano? eu deixo em aberto - and what they leave behind I don't pretend to know...
Vai dar saudade de dormir depois do almoço? vai dar saudade de penar pra escolher um programa diferente toda tarde? de passar o dia inteiro num estado semi-letárgico? vai. Essas coisas têm importância, e é bom respeitá-las, pra tirar melhor proveito quando voltarem. E não pense que não voltam. Tudo volta.
"...let your heart keep time"
Vai dar saudade de dormir depois do almoço? vai dar saudade de penar pra escolher um programa diferente toda tarde? de passar o dia inteiro num estado semi-letárgico? vai. Essas coisas têm importância, e é bom respeitá-las, pra tirar melhor proveito quando voltarem. E não pense que não voltam. Tudo volta.
"...let your heart keep time"
Saturday, August 25, 2007
Sunday, July 08, 2007
Meu Avô
Seu Milton, beirando os 80 anos de idade, acordou a vida inteira às 4h da manhã para cuidar da plantação e do gado. Os filhos, criados com o sacrifício e a severidade tão característicos nos lares nordestinos daquela época, puderam todos cursar faculdade na capital.
O tempo foi tirando a disposição do vaqueiro, como ele mesmo se denomina com orgulho, mas fez justiça em esperar que os filhos pudessem retribuir os cuidados dispensados pelo agora velho.
Uma vez por semana, minha mãe, por telefone, dá a boa notícia de que os netos (eu e minha irmã) passaram no vestibular. E ele se alegra. "Oh, que beleza! os netos do vaqueiro subindo na vida!".
Hoje, porém, a coisa foi um pouco diferente: ele não lembrou do neto mais velho, coincidentemente, este que vos escreve. Perguntou se As filhAs da minha mãe haviam passado no vestibular. A alegria foi a mesma ao saber da resposta, mas quase deu pra ver o homem se desfazendo.
Ou esquecemos, ou somos esquecidos, ou as duas coisas.
"Remember, remember"
Sunday, June 17, 2007
Notícia curta e inventada:
Para facilitar a vida do internauta, agora os endereços dos sites conterão extensões para mostrar a que organização o domínio está filiado, na ordem do menor para o maior.
Alguns exemplos:
Fazenda Esperança, no interior da Bahia: esperança.bahia.acmneto.acm.com.google
Rádio comunitária Imperatriz: independentimperatriz.maranhaodosul.familiasarney.com.google
Site oficial do governo: EUAmobrasil.gov.com.google
E quem tiver dúvida sobre o endereço de algum site sabe muito bem onde procurar.
Alguns exemplos:
Fazenda Esperança, no interior da Bahia: esperança.bahia.acmneto.acm.com.google
Rádio comunitária Imperatriz: independentimperatriz.maranhaodosul.familiasarney.com.google
Site oficial do governo: EUAmobrasil.gov.com.google
E quem tiver dúvida sobre o endereço de algum site sabe muito bem onde procurar.
Tuesday, May 08, 2007
The girl was stoned...with stones.
Aí vai uma notícia multi-facetada:
"Uma garota de 17 anos foi apedrejada até a morte no Iraque."
Não entendeu? olhemos mais de perto:
Se a mídia não me engana - e os mais espirituosos diriam que esta seria a primeira vez -, uma garota pertencente ao grupo Yezidi foi espancada e morta por oito ou nove homens (alguns, seus próprios parentes) por volta de 7 de abril em meio a uma multidão na vila de Barzhan, no norte do Iraque. A notícia foi espalhada por meio de vídeos gravados em celulares de testemunhas, posteriormente carregados no YouTube.
É claro que eu não precisava assistir a um vídeo desses, mas precisava, entende? e não foi difícil achar, pelas palavras-chave "girl", "islam" e "stoned" (esse último, me apresentando também vários vídeos de adolescentes drogadas em festas de adolescentes, graças à polissemia do termo inglês). Qual não foi minha surpresa ao encontrar, em vez das imagens em si, um vídeo-protesto feito por um de seus uploaders contra a censura dos vídeos originais. O autor também cita o link de seu site particular, onde disponibilizou o material censurado em Quick Time, um formato alternativo. (Tópico 1 = censura. Há limites?)
Eu não precisava ir tão longe pra ver vídeos tão chocantes. Mas precisava, entende? Alguém aí já viu um apedrejamento? mulheres são condenadas a tal pena com uma certa freqüência (Tópico 2 = cultura. Dá pra falar em machismo?), sempre que, pela cultura local, se configura um "crime contra a honra". No caso da garota Du'a Khalil Aswad, considerou-se que ela traiu e envergonhou sua família ao ter dormido fora de casa por uma noite e ter se envolvido em um romance com um rapaz sunita.
Pessoalmente, eu preferi ver cenas borradas pela velocidade com que a câmera-celular se movia. Qualquer coisa mais nítida e eu não sei se teria estômago para escrever isso. O pior é que não adianta tentar apagar uma imagem tão forte. Eu tenho certeza de que quem quer que tenha tido contato com esse vídeo se sentiu presente, testemunha, enjoado e enojado. Correção: qualquer ocidental que tenha visto tal material. Passadas as vertigens, temos de nos lembrar que nem todas as culturas do mundo se pautam pelos ideais humanitários do oeste. Os espirituosos diriam que, capitalistas como somos, não mataríamos um cliente em potencial. Mas não é bem por aí, pois temos pena de morte por aqui também (além da pena de uma vida miserável a que muitos são condenados diariamente). A diferença é que "não dói". (tópico 3 = Cultura. Dá pra comparar?)
Depois de a notícia ter corrido o mundo pelo YouTube, os noticiários de todo o mundo resolveram falar também (tópico 4 = pessoas de carne e osso fazendo mídia. Dá pra ser mais rápido e democrático?), o que acabou aumentando o interesse geral pelo assunto. Apesar de os vídeos não mais serem exibidos pelo site, ainda é possível comentar e ler os comentários feitos por internautas. Não é novidade que noventa e cinco por cento deles propagam idéias de vingança e ódio à cultura islâmica, o que, em uma análise mais cética, acaba por dar mais energia à discussão pró/contra a Guerra, já que o fato aconteceu precisamente em solo iraquiano. "I hate muslims, I really do", "They should be the ones being stoned", só pra dar exemplos. (tópico 5 = que cultura é essencialmente boa? e má?)
O último, mas não mais importante ponto que eu queria abordar é a intenção de quem considera um evento social digno de ser registrado. Crítica ou Apologia? Não importa muito, eu sei, afinal a coisa foi gravada e agora está nas mãos da História. No entanto, é bastante curioso saber que a sociedade do espetáculo já atingiu proporções globais (com o perdão do trocadilho). Cria-se uma rede mundial onisciente, que presta atenção tanto a apedrejamentos no Leste quanto a festas adolescentes no Oeste.
E é isso, e é muito mais que isso.
"Uma garota de 17 anos foi apedrejada até a morte no Iraque."
Não entendeu? olhemos mais de perto:
Se a mídia não me engana - e os mais espirituosos diriam que esta seria a primeira vez -, uma garota pertencente ao grupo Yezidi foi espancada e morta por oito ou nove homens (alguns, seus próprios parentes) por volta de 7 de abril em meio a uma multidão na vila de Barzhan, no norte do Iraque. A notícia foi espalhada por meio de vídeos gravados em celulares de testemunhas, posteriormente carregados no YouTube.
É claro que eu não precisava assistir a um vídeo desses, mas precisava, entende? e não foi difícil achar, pelas palavras-chave "girl", "islam" e "stoned" (esse último, me apresentando também vários vídeos de adolescentes drogadas em festas de adolescentes, graças à polissemia do termo inglês). Qual não foi minha surpresa ao encontrar, em vez das imagens em si, um vídeo-protesto feito por um de seus uploaders contra a censura dos vídeos originais. O autor também cita o link de seu site particular, onde disponibilizou o material censurado em Quick Time, um formato alternativo. (Tópico 1 = censura. Há limites?)
Eu não precisava ir tão longe pra ver vídeos tão chocantes. Mas precisava, entende? Alguém aí já viu um apedrejamento? mulheres são condenadas a tal pena com uma certa freqüência (Tópico 2 = cultura. Dá pra falar em machismo?), sempre que, pela cultura local, se configura um "crime contra a honra". No caso da garota Du'a Khalil Aswad, considerou-se que ela traiu e envergonhou sua família ao ter dormido fora de casa por uma noite e ter se envolvido em um romance com um rapaz sunita.
Pessoalmente, eu preferi ver cenas borradas pela velocidade com que a câmera-celular se movia. Qualquer coisa mais nítida e eu não sei se teria estômago para escrever isso. O pior é que não adianta tentar apagar uma imagem tão forte. Eu tenho certeza de que quem quer que tenha tido contato com esse vídeo se sentiu presente, testemunha, enjoado e enojado. Correção: qualquer ocidental que tenha visto tal material. Passadas as vertigens, temos de nos lembrar que nem todas as culturas do mundo se pautam pelos ideais humanitários do oeste. Os espirituosos diriam que, capitalistas como somos, não mataríamos um cliente em potencial. Mas não é bem por aí, pois temos pena de morte por aqui também (além da pena de uma vida miserável a que muitos são condenados diariamente). A diferença é que "não dói". (tópico 3 = Cultura. Dá pra comparar?)
Depois de a notícia ter corrido o mundo pelo YouTube, os noticiários de todo o mundo resolveram falar também (tópico 4 = pessoas de carne e osso fazendo mídia. Dá pra ser mais rápido e democrático?), o que acabou aumentando o interesse geral pelo assunto. Apesar de os vídeos não mais serem exibidos pelo site, ainda é possível comentar e ler os comentários feitos por internautas. Não é novidade que noventa e cinco por cento deles propagam idéias de vingança e ódio à cultura islâmica, o que, em uma análise mais cética, acaba por dar mais energia à discussão pró/contra a Guerra, já que o fato aconteceu precisamente em solo iraquiano. "I hate muslims, I really do", "They should be the ones being stoned", só pra dar exemplos. (tópico 5 = que cultura é essencialmente boa? e má?)
O último, mas não mais importante ponto que eu queria abordar é a intenção de quem considera um evento social digno de ser registrado. Crítica ou Apologia? Não importa muito, eu sei, afinal a coisa foi gravada e agora está nas mãos da História. No entanto, é bastante curioso saber que a sociedade do espetáculo já atingiu proporções globais (com o perdão do trocadilho). Cria-se uma rede mundial onisciente, que presta atenção tanto a apedrejamentos no Leste quanto a festas adolescentes no Oeste.
E é isso, e é muito mais que isso.
Monday, May 07, 2007
Vivendo e...
Situação-gatilho:
Eu e dois amigos, uma quadra de basquete, uns arremessos enquanto não chegava um quarto elemento pra formarmos duas duplas e começarmos a pelada. Tinha conversa também.
1.: Quer dizer que você também entrou na onda da pedofilia?
2.: Eu, por quê?
1.: Ouvi dizer que andou pegando uma menininha de 16!
E.: *arremessando*
2.: Ah, rapaz, é diferente. Peguei uma mulher de 16 anos. O povo lá do interior é assim. Ela já fugiu com homem casado, ficou entocada lá com ele durante um tempão, e já fez mais sexo na vida do que nós três juntos! Já viveu foi muito, tá por fora...
1.: Ah, só...
E.: *arremessando*
Tá bom, a pergunta inevitável é: como assim, viveu? Quem foi que viveu mais, Kant ou uma prostituta da 315? Me parece que, não fosse o primeiro tão religioso, um encontro entre os dois resultaria na mais culta noite de sexo selvagem já registrada.
E não é isso o melhor que pode sair de um encontro? ao levarmos esbarrões mundo afora, carregamos as outras pessoas conosco, tornando-as vivas só então.
Nesse sentido, viveu mais quem foi lembrado por mais gente? Digam a Zanir, o mendigo de estimação da minha cidadezinha - Icó-CE - que ele, ex-estudante de medicina, fluente em cinco línguas, uma das mentes mais promissoras até ter sido abandonado pela noiva no altar e "perdido a cabeça"...enfim, digam, digam que ele não viveu porque a cidadezinha não pára de crescer e é provável que sua história se desvie dos ouvidos da próxima geração!
A sensação que fica, agora, é a de que os Grandes, eles sim, viveram... mas e quanto à pulsão sexual não-realizada de Fernando Pessoa e tantos outros? Perguntemos nas ruas quanto de suas vidas o tal Povo está disposto a rifar para poder ganhar um lugar ao sol.
Talvez eles não tenham vivido, mas vivem hoje em dia. E aí, alguém se habilita? ninguém...?
Conclusão-degrau: o que mata mesmo é a rotina.
Trilha: "Hey Man (Now you're really living) - Eels"
Eu e dois amigos, uma quadra de basquete, uns arremessos enquanto não chegava um quarto elemento pra formarmos duas duplas e começarmos a pelada. Tinha conversa também.
1.: Quer dizer que você também entrou na onda da pedofilia?
2.: Eu, por quê?
1.: Ouvi dizer que andou pegando uma menininha de 16!
E.: *arremessando*
2.: Ah, rapaz, é diferente. Peguei uma mulher de 16 anos. O povo lá do interior é assim. Ela já fugiu com homem casado, ficou entocada lá com ele durante um tempão, e já fez mais sexo na vida do que nós três juntos! Já viveu foi muito, tá por fora...
1.: Ah, só...
E.: *arremessando*
Tá bom, a pergunta inevitável é: como assim, viveu? Quem foi que viveu mais, Kant ou uma prostituta da 315? Me parece que, não fosse o primeiro tão religioso, um encontro entre os dois resultaria na mais culta noite de sexo selvagem já registrada.
E não é isso o melhor que pode sair de um encontro? ao levarmos esbarrões mundo afora, carregamos as outras pessoas conosco, tornando-as vivas só então.
Nesse sentido, viveu mais quem foi lembrado por mais gente? Digam a Zanir, o mendigo de estimação da minha cidadezinha - Icó-CE - que ele, ex-estudante de medicina, fluente em cinco línguas, uma das mentes mais promissoras até ter sido abandonado pela noiva no altar e "perdido a cabeça"...enfim, digam, digam que ele não viveu porque a cidadezinha não pára de crescer e é provável que sua história se desvie dos ouvidos da próxima geração!
A sensação que fica, agora, é a de que os Grandes, eles sim, viveram... mas e quanto à pulsão sexual não-realizada de Fernando Pessoa e tantos outros? Perguntemos nas ruas quanto de suas vidas o tal Povo está disposto a rifar para poder ganhar um lugar ao sol.
Talvez eles não tenham vivido, mas vivem hoje em dia. E aí, alguém se habilita? ninguém...?
Conclusão-degrau: o que mata mesmo é a rotina.
Trilha: "Hey Man (Now you're really living) - Eels"
Sunday, April 08, 2007
Ambrosia Parsley
"""Estava em um bar e a vi entrando. Ela é do tipo de mulher que faz qualquer um voltar a cabeça pra ver mais uma vez. Dirigiu-me um sorriso, uma vez que o bar estava quase vazio, e foi direto ao backstage. Minutos depois, subiu com sua banda ao palco e tocou durante uma hora. Durante uma hora eu não soube onde aterrissar, então não o fiz. Ao fim do show ela avisou que havia discos da banda à venda em uma mesa perto da saída, e eu, já de posse da minha cópia, pedi-lhe que autografasse. "Claro", ela disse, "é só desembrulhar o CD". Nunca vi tanta segurança. As mulheres, normalmente, cumprimentam-nos estendendo a mão para que a toquemos de leve. Não Ambrosia. Ela me saudou com um firme aperto de mãos: "Obrigada por ter vindo". "Você foi fantástica", eu. "Obrigada", ela."""
Tá legal, esbarrei com um texto parecido com esse aí enquanto procurava músicas na net, e resolvi parafraseá-lo e mostrar como não importa o que acontece. Quem se importa com a verdade, quando se pode pensar e chegar às próprias conclusões?
Neste mundo há desculpa pra quase tudo.

"If you don't want for them to hate it 'cause you're beautiful
How can you want them all to love you for the same thing?"
Tá legal, esbarrei com um texto parecido com esse aí enquanto procurava músicas na net, e resolvi parafraseá-lo e mostrar como não importa o que acontece. Quem se importa com a verdade, quando se pode pensar e chegar às próprias conclusões?
Neste mundo há desculpa pra quase tudo.

"If you don't want for them to hate it 'cause you're beautiful
How can you want them all to love you for the same thing?"
Saturday, January 06, 2007
The Wealthy Merchant
Saturday, July 29, 2006
Presente
Monday, June 12, 2006
Uma Questão Ideológica
Não vou fugir da discussão pró/contra dia dos namorados, mas também não vou ser repetitivo. Pra agradar e contrariar a todos, escrevo uma coisa que não escrevi.
My funny Valentine
Sweet comic Valentine
You make me smile with my heart
Your looks are laughable
Unphotographable
Yet you're my favorite work of art
Is you figure less than greek?
Is your mouth a little weak?
When you open it to speak
Are you smart?
Don't change a hair for me
Not if you care for me
Stay, little Valentine, stay
Each day is Valentine's Day
(My Funny Valentine - Chet Baker)
Parabéns pra quem conseguiu.
Paciência pra quem ainda não.

"Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas"
My funny Valentine
Sweet comic Valentine
You make me smile with my heart
Your looks are laughable
Unphotographable
Yet you're my favorite work of art
Is you figure less than greek?
Is your mouth a little weak?
When you open it to speak
Are you smart?
Don't change a hair for me
Not if you care for me
Stay, little Valentine, stay
Each day is Valentine's Day
(My Funny Valentine - Chet Baker)
Parabéns pra quem conseguiu.
Paciência pra quem ainda não.

"Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas"
Monday, June 05, 2006
Tragédia e Romance em Só Menor
Thursday, May 25, 2006
floor collapsing
An incredible capacity of forgetting whatever
(Why do some patients seem more bothered by symptoms?)
I need in order to lead a normal life. Not better, they say.
(What the hell could they possibly want? 50 white teeth?)
Should be able start over from some specific moments.
You know where you are.

"That's what they call the green wave"
(Why do some patients seem more bothered by symptoms?)
I need in order to lead a normal life. Not better, they say.
(What the hell could they possibly want? 50 white teeth?)
Should be able start over from some specific moments.
You know where you are.

"That's what they call the green wave"
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