A escala musical é limitada, e todo mundo sabe qual será o próximo acorde; o tema abordado nas letras é igualmente restrito; o estilo com que artistas e fãs do gênero se vestem não muda há décadas.
Nesse caso eu falo do Blues, mas quem pensou em outro ritmo não errou.
A gente escolhe no que acredita, mas é bom lembrar que o mundo não é tão variado quanto parece. A toda hora a mesma mensagem nos é transmitida de maneiras diferentes, então não mate ou morra por qualquer coisa.
Eu gosto de guitarras distorcidas com as quais lamentam-se os blues. Gosto dos breaks, do final arrastado e da cadência. Mas não faz muita diferença: o que importa é que todos estimulem essa coisa que nos une, do jeito que lhes convém.
Saturday, October 27, 2007
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